2013-02-28




Apelo a todos os Vigilantes:
 
Manifestação Popular de sábado, 2 de Março
Marquês de Pombal, às 16 horas
 
VAMOS TODOS PARTICIPAR!
 
Marcamos encontro no sítio da CGTP-IN
 
Até Sábado!|

2013-02-09

TODOS Á MANIFESTAÇÃO DA CGTP
DIA 16 FEVº - 14,30 - DO JARDIM DO PRINCÍPE REAL PARA A PRAÇA DO MUNICÍPIO
(CONCENTRAÇÃO DOS VIGILANTES JUNTO AO QUIOSQUE SUL)






2012-06-11



 







MANIFESTAÇÃO 16 DE JUNHO

MARQUÊS DE POMBAL - 15H



Todos na Manifestação da CGTP, todos na Luta!

Para garantir lucros astronómicos à banca privada, o Governo
sacrifica a Economia Nacional e o Bem-Estar dos Portugueses!





A situação dos trabalhadores agrava-se dia-a-dia, com os salários a perder poder de compra perante o aumento contínuo dos preços e dos impostos directos (IRS) e indirectos sobre os bens de consumo essenciais (IVA). Os salários e as pensões são congelados e alvo do roubo autorizado nos subsídios de férias e de Natal, roubo praticado pelo governo a mando da “troika” ocupante – UE/BCE/FMI.

Ao serviço dos interesses ilegítimos dos patrões, os partidos da “troika” mandada – PSD, CDS, PS – aprovaram na Assembleia da República um novo código do trabalho para destruir direitos e conquistas de décadas de lutas, violando grosseiramente a Constituição e facilitando os despedimentos, o aumento dos tempos de trabalho, cortando no valor do trabalho suplementar e dos subsídios e liberalizando os aumentos nos horários de trabalho, os bancos de horas, a mobilidade geográfica imposta.

Perante o crescente aumento do número de trabalhadores desempregados (1 milhão e 200.000), originado por esta política que conduz aos encerramentos, às falências e à supressão de postos de trabalho, o governo reduz ainda mais o direito e o valor do subsídio de desemprego, hoje já só recebido por pouco mais de um terço do nº. dos desempregados.Tudo isto para garantir lucros astronómicos à banca privada e sacrificando a economia nacional e o bem-estar dos portugueses, com os mais jovens obrigados de novo a emigrar (à média de 120.000 por ano) e os mais velhos sobrevivendo penosamente, sem capacidade para pagar as suas obrigações, sem direito à saúde, à segurança social, à alimentação básica, ao ensino para as crianças, à protecção dos idosos.

Um país e um povo afundando-se na recessão económica e na depressão social, perdendo direitos sociais conquistados,  perdendo perspectivas de futuro e perdendo dignidade.

No sector da vigilância intensificam a exploração!





Não permitiremos redução de direitos e mais cortes nos salários!



No sector da vigilância, com a mentirosa desculpa da crise, as empresas de segurança privada intensificam a exploração, fazendo gato-sapato dos direitos de quem trabalha, dos que criam a riqueza que lhes engorda os chorudos lucros (anualmente, são centenas de milhões de euros).

Nos locais de trabalho, todos os dias multiplicam-se os problemas laborais e cresce o descontentamento e a indignação dos vigilantes, atingidos por medidas patronais violadoras das normas legais e do CCT do Sector.

Generaliza-se a prática das escalas de 12 horas seguidas, violando as leis do trabalho e em numerosos casos sem sequer a pausa para refeição.  As empresas recusam o cumprimento da sua obrigação do pagamento do trabalho suplementar e as compensações de descanso, em conformidade com o número de horas extraordinárias realizadas, assim como recusam o pagamento dos subsídios de alimentação correspondentes. Há situações de diminuição dos salários, provocada pelo corte no pagamento da meia-hora da refeição.

Usam e abusam da mobilidade forçada dos locais de trabalho, exercendo chantagem sobre quem defende os seus direitos e recusa submeter-se. Há cada vez mais postos nos quais os vigilantes garantem a execução do trabalho da responsabilidade dos trabalhadores das empresas clientes que, por esta via, reduzem os seus próprios postos de trabalho, à custa da sobre-exploração dos vigilantes.

Na segurança privada a exploração patronal tomou o freio nos dentes!

A par desta ofensiva contra os nossos direitos, os "tubarões" do sector - Prosegur, Securitas, Charon, Prestibel, Grupo 8, 2045, SOV - travam uma guerra de posições, abocanhando os pequenos e disputando uns aos outros os contratos com as grandes empresas clientes, enquanto vão extinguindo postos de trabalho, reduzindo o número de vigilantes por posto e aumentando os horários de trabalho dos que ficam nos postos desguarnecidos. Deste modo, as condições de trabalho degradam-se continuamente, sem pausas, sem protecção, sem locais adequados para nos vestirmos, para tomarmos a refeição, sem os cartões de identificação profissional (apesar de já os termos pago!), sem apoio na formação profissional, com a intensificação das acções de intimidação e ameaça de despedimento por parte de chefias e supervisores, impondo períodos ilegais para o gozo de férias e obrigando os colegas a cobrir as férias dos ausentes, sem lhes pagar as horas extra. Resultado directo da degradação social geral no país, aumentam os casos de agressões a vigilantes, com traços de grande violência (agressões físicas, apedrejamentos, esfaqueamentos), sobre colegas mais isolados e desapoiados, recusando-se as empresas nestes casos a tomar a medida que se impõe, escalando dois vigilantes por posto.



O FUTURO CONQUISTA-SE, NÃO SE ACEITA PASSIVAMENTE!

NO TEU LOCAL DE TRABALHO, RESISTE E LUTA! UNIDOS, VENCEREMOS!



São cada vez mais numerosas as informações que nos chegam de perseguições aos vigilantes delegados sindicais e a todos aqueles que manifestam desagrado e resistem, lutando contra as políticas laborais ilegítimas ultimamente praticadas pelas empresas. Aumentam os casos de repressão/intimidação por parte das  empresas, com o envio para casa de inúmeros vigilantes de cartas individuais intimidatórias.

Existe legislação que regulamenta a actividade mas não é cumprida. Sendo competência da PSP supervisionar a legalidade da actividade dos vigilantes, esta supervisão é em nossa opinião insuficiente, cabendo a principal responsabilidade aos serviços de inspecção do MAI pelo aumento diario das situações de irregularidade, com graves prejuízos para os trabalhadores.  O Contrato Colectivo de Trabalho do sector, a cada minuto que passa, é ignorado. Há empresas que já têm o descaramento de avisar, quando admitem novos vigilantes, que não cumprirão com as suas obrigações contratuais. E sabemos que nas negociações do CCT - que se arrastam, sem fim à vista -, há esforços por parte das empresas para o STAD aceitar a redução de direitos e mais cortes nos salários. Não o permitiremos!

A  LUTA  SINDICAL  E  DE  CLASSE  É  O  ÚNICO  CAMINHO  PARA  DEFENDER  DIREITOS!

É nossa tarefa, é obrigação de todos os vigilantes reforçar o trabalho sindical, promovendo a participação dos sócios na vida do seu sindicato, nomeadamente em plenários e outras reuniões, mobilizando os companheiros de trabalho para a defesa dos direitos de todos, exigindo ao sindicato horários adequados para uma maior presença dos associados. É absolutamente indispensável que mais camaradas de trabalho participem na discussão dos problemas que o sector e o país atravessam, assim como nas decisões que devem ser tomadas para fazer frente aos sucessivos ataques do governo ao serviço do grande capital contra os trabalhadores e suas famílias. Temos que inverter a prática de reuniões no sindicato com a participação sempre dos mesmos, sem mobilização, sem força e sem determinação para a luta.

Para o reforço da nossa organização como classe é necessário mais filiações no sindicato, mais delegados sindicais eleitos, mais contactos e reuniões nos locais de trabalho, mais organização e mais unidade que nos garantam uma maior mobilização para as lutas que temos que organizar!

Recusamos uma prática “sindical” de conciliação de classes, com pretexto na defesa do diálogo social, anunciando rotineiramente a marcação de reuniões com os patrões e com a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT, ex-Inspecção do Trabalho), reuniões e “diálogo” que geralmente pouco ou nada adiantam em resultados concretos para a defesa dos trabalhadores representados.

Os tempos que vivemos , de sujeição e ocupação do nosso país pelos burocratas da U.E., do BCE e do FMI, com os roubos nos salários e subsídios e a degradação brutal do nosso poder de compra, a destruição dos direitos do trabalho, a destruição dos serviços públicos e a entrega aos privados das funções do Estado, a violação das regras da Constituição Portuguesa pelos poderes políticos que a deviam defender e cumprir, são tudo realidades que não admitem desistências nem pensamentos de passividade e resignação!



E o sindicato tem que dar o exemplo, pela obrigação que lhe cabe de defender os nossos direitos a uma vida mais digna, mobilizando os associados para a luta, em cada empresa que os desrespeita, em cada local de trabalho onde hoje os vigilantes necessitam de mais e melhor apoio na luta que travam.

O PCP é o teu partido! Adere ao Partido e vem participar na luta!

O P.C.P. existe há 91 anos como um instrumento de combate político nas mãos dos trabalhadores. Para combatermos eficazmente por melhores salários, pelos nossos direitos e pelo futuro dos nossos filhos, necessitamos estar organizados, unidos e mobilizados no Partido da nossa classe, o Partido dos Trabalhadores portugueses.   

As difíceis e degradantes condições de trabalho dos vigilantes, esta ofensiva dos grandes patrões da segurança privada contra os nossos direitos, são o resultado da contra-revolução iniciada há 36 anos pelo PS de Mário Soares, políticas contra as conquistas de Abril prosseguidas pelos sucessivos governos do “agora mando eu, agora mandas tu” e hoje prosseguida pela “troika” PSD/CDS/PS, os partidos subscritores do Pacto de Agressão contra os portugueses e ao serviço das imposições desta União Europeia ditatorial e imperialista. O PCP é o único partido que ao longo destes anos vem combatendo sem desfalecimentos estas políticas, o único com a autoridade, a determinação  e a convicção para as desmascarar, apontando aos trabalhadores e ao Povo o caminho da luta que conduzirá à derrota deste governo e desta “troika” anti-democrática e anti-patriótica.

Do reforço do PCP, do alargamento do número dos seus militantes, do apoio activo às suas propostas e reivindicações políticas, da tua vinda à luta e à militância, depende o sucesso desta nossa luta.

CONTRA A INGERÊNCIA ESTRANGEIRA E O DESASTRE NACIONAL!

POR UMA POLÍTICA DEMOCRÁTICA, PATRIÓTICA E DE ESQUERDA!










Avenida da Liberde, n.º 170, Lisboa   213 307 061             sector_vpl@dorl.pcp.pt





2012-03-07

Boletim do sector da vigilância

Está disponível o novo número do boletim do PCP aos trabalhadores da vigilância. Podes aceder ao boletim carregando aqui.

2012-02-07


Todos os Vigilantes na Manifestação Nacional da CGTP.
A concentração do distrito de Lisboa é nos Restauradores, às 15 horas. Como sempre, juntamo-nos ao pano do S.T.A.D. Não faltes.
Vamos fazer do Terreiro do Paço um grande Terreiro do Povo e da Luta!

2011-11-21

Novo boletim: Greve Geral

Foi editado o novo boletim do sector da vigilância. Clica aqui para a versão em pdf. Lê e divulga!

2011-11-07

Contra a exploração e o empobrecimento


PSD-CDS-PS juntos no rumo de desastre nacional
  • Roubo dos subsídios de Natal e de férias a trabalhadores e reformados.
  • Aumento do horário de trabalho e desvalorização dos salários.
  • Diminuição dos valores das indemnizações e alargamento das causas de despedimento.
  • Redução do valor a pagar por horas extraordinárias e trabalho nocturno.
  • Ataque à contratação colectiva e generalização do trabalho precário.
  • Aumento do custo de vida: alimentação; transportes; energia; saúde; educação.
  • Privatizações e destruição de empresas e serviços públicos

As medidas propostas pelo governo não resolvem nenhum dos problemas do país. Se fossem por diante, teríamos mais desemprego, mais recessão, mais pobreza, mais dependência e mais défice.

É preciso lutar! É preciso fazer greve!